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Pallas Island
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Sophie Havell 
Quinto ano Drago
Monitora da Drago
Biografia

Habilidades
Intuição – médio
Cinismo - médio
Intimidação - médio
Sangue frio - bom
Poder sobre Seres
das Trevas - médio

Magia
Comandar Forças - médio

Inventário

Mal educada mor de QA
Grosseira por opção
você não gosta de mim?
Ótimo!
É exatamente este
o meu objetivo

Se não pode vencer
o inimigo, suborne-o

Posts: 32
(27/8/04 18:18)
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FESTA À FANTASIA
FESTA À FANTASIA


Uma super produção de Quasar Atenas, Sophie recebera a missão de decorar o local. Poderia ser mal humorada, chata e brigona, mas uma coisa que não se podia negar era o excelente gosto da garota. E para arrumar a festa convidou Malcom Meyer, que jurara na noite anterior que sabia muito bem como fazer isso. Não tendo outra alternativa, a não ser aceitar sua ajuda, Sophie acabou cedendo e deixou que ele a ajudasse, fazendo-o prometer que ia calar a boca e trabalhar quieto.

Ela acordou bem cedo, tomou o café da manhã e esperou Malcom no Jardim, os dois foram até Vênus City caminhando, o vento um pouco frio batendo no rosto, Sophie se sentia feliz em ser útil, mesmo que fosse para arrumar uma festa.

Malcom cumpriu sua promessa e trabalhou em silencio, falando apenas para pedir a opinião de Sophie, que coordenava tudo, sentada em uma cadeira, gritava com os elfos e brigava com um ou outro aluno que por ventura estava passando por ali.

Por volta de Três da tarde estava tudo pronto, luzes como as de boate trouxa eram emitidas das fadinhas que foram contratadas para ficarem na festa, uma pista enorme de dança fora aberta e em volta mesas com capacidade para quatro pessoas estavam dispostas lado a lado. Nem parecia que aquela boate já fora o lixo que Sophie encontrara mais cedo. A música não seria ao vivo porque ela não tivera tempo de contratar uma boa banda a tempo, mas o DJ Esquisitão faria tudo ficar perfeito, com excelentes músicas, escolhidas por Sophie em pessoa durante o almoço. Carruagens já estavam prontas para levar os alunos até a boate.

Depois de se orgulhar de “seu” trabalho, ela chamou Malcom e os dois seguiram de volta para o Castelo, para descansar e vestir suas fantasias. A noite mais tarde prometia.




Off.: *As ações de Malcom foram permitidas pelo mesmo.
*Como todos sabem, isso é uma festa à fantasia, todos devem descrever suas fantasias no primeiro post.
*Como citei antes, vcs Vêm para cá de CARRUAGEM.
*A festa será monitorada de perto por Sophie Havell e Melisa Mellimond, qualquer infração as regras da escola, o post será imediatamente apagado e o infrator terá a devida punição.
*Espero que gostem da festa! ^^ Divirtam-se!

Don't think that you're charmed in the fact that your arm is now around my neck? Get you in my pants or I'll have to kick your ass And make you never forget.I´m gonna ask you to stop.Thought I liked you a lot. God i'm really upset! Get outta my head. Get off my bed. Yeah that's what I said! Did I not tell you, that I'm not like that Girl the one who, throws it all away. Did you think that I was gonna give it up to you, this time?Did you think that it was something I was gonna do, and cry? Don't try to tell me what to do! Don't try to tell me what to say!
Your better off that way... Off that way. I'm better off alone anyway...
.::Don´t Tell Me::.






Edited by: Sophie Havell  at: 27/8/04 18:20
Melisa N H F Mellimond
Sexto Ano Monoceros
Monitora-chefe

Habilidades
Representação - Médio
Poder de Persuasão - Médio
Andar Silenciosamente - Médio
Intuição - Médio
Sangue Frio - Bom

Magia
Comandar Mente - Médio

Inventário

~~~ Untouchable ~~~
Have you ever questioned
the difference between what's
true and what's pretense?
I bet someone like you will
never learn, even if you tried
for your whole life.
And if you touch Viktor,
be sure you'll really learn that
pain can be something true.

I'm a proud Monoceros

Posts: 76
(27/8/04 20:10)
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Re: FESTA À FANTASIA
Festa à fantasia organizada por Sophie Havell. Se Melisa Mellimond ia perder essa? No way! Seria a primeiríssima a chegar, justamente para ver de camarote qual seria o desempenho fracassado da monitora da Drago. Mas o que seria um problema muito problemático para Melisa era a fantasia. Na verdade, era a pior parte. Ainda de manhã, Melisa, enquanto revisava algumas colunas do jornal e um pouco antes de sair para a ronda rotineira pelos corredores, pegou a Revista que seus pais lhe enviam da Rússia todo mês e começou a ler. Entre uma matéria e outra, procurava uma idéia que fosse, no mínimo, criativa e surpreendente. Sophie Havell não teria outra idéia clichê menos idiota para uma festa? Que coisa banal... Mas enfim, depois de perder alguns minutos destilando o veneno sobre a bonitona da Drago, Melisa finalmente decidiu.

Guardou todas as folhas que estavam espalhadas pela mesa da sala da Redação e, com a mochila transversal nos ombros, tirou um lencinho do bolso da frente e lustrou o distintivo de monitora-chefe. Depois, saiu da sala com passos um pouco apressados e seguiu para a Torre da Monoceros. Percebeu a pequena agitação no Salão Comunal, extremamente normal já que se falava-se em festa, os alunos da sua casa pareciam desejar ser arroz de festa. Deixou a mochila em seu armário e pegou outra, com algumas roupas previamente selecionadas. Uma saia, um vestido, uma sandália, um par de brincos e mais alguns acessórios, uma blusa nova, que Melisa havia usado apenas uma vez e já a considerava velha e suficientemente usada para ser chamado de "pedaço de pano velho" e um espelho. Com todas as roupas dentro da bolsa, Melisa seguiu para o banheiro dos Monitores.

Lá, trancou a porta com um feitiço simples, para que ninguém entrasse. Lembrou-se que teria que fazer a ronda, mas já que estava pronta para tomar um banho, deixaria esse trabalho para os outros 9 monitores que restavam em Quasar Atenas. Depois de um looooongo banho, a melhor parte: confecção da fantasia. Melisa vestiu um roupão e começou a transfigurar o vestido rodado de verão para um que ficasse colado em sua pele, azul clarinho. Na barra, um zique-zague cuidadosamente moldado com a varinha. Nessas horas, Melisa dava Graças a Rasputin por ter nascido bruxa. Deixou o vestido pronto de lado e pegou a sainha. Esta seria fácil, precisaria de algo rodadinho em cima do vestido e, também cortada em zique-zaque na barra, a saia seria transpassada no vestido, na cor branca. O pedaço de pano velho - vulgo blusa azul importada da França - foi transfigurado em um pano translúcido, em forma de asas. Melisa fez questão de certificar-se que ficariam durinhas e não correria o risco de perdê-las no meio da festa porque caíram. Voilà, fantasia de borboleta confeccionada com sucesso! Nada chamativo nem vulgar. Simples e elegante.

Agora que tudo já estava pronto, bastava avisar Viktor. Com o espelho que usava para comunicar-se com ele, olhou para o objeto e não viu seu reflexo e, sim, um chuviscado, como se fosse uma televisão trouxa tentando sintonizar um canal. Chamou o namorado e avisou que estaria esperando-o na porta da Penseira. Era melhor que ele não se atrasasse. Agora que Viktor já estava ciente de horário e tudo mais, era a hora da produção! Primeiro, o vestido transpassado com a sainha rodada, depois a sandália. Por fim, as asinhas coladas com um feitiço nas costas. Prendeu os cabelos negros e longos em um coque, com alguns fios soltos e encaradolados. No rosto, Melisa passou uma maquiágem suave em tons azulados com alguma purpurina, para enfatizar a idéia de um ser mágico. Olhou-se no espelho pela última vez, deixou a bolsa no armário do banheiro com seu nome, destrancou a porta e saiu. Os alunos agitados já andavam pelo corredor, uns com a fantasia pela metade, outros indecisos por qual optar. Com a varinha em punhos - já que não tinha onde colocá-la - Melisa resolveu passar o olhar crítico pleo corredor, a fim de encontrar infratores. Seria interessante aplicar uma detenção de "não poderá comparecer a festa pois estava desobedecendo as regras escolares".

Um sorrisinho maldoso no cantos dos lábios se formou, enquanto a russa entrava em uma das carruagens disponíveis para ir à Penseira. A viagem não foi longa e logo estava ela na porta do lugar. A música já começava a tocar lá dentro animada e agora restava somente esperar por Viktor. Era bom que ele não demorasse.

( off: ._. me empolguei... )

Perfect by Nature, and that's enough.

Edited by: Melisa N H F Mellimond at: 27/8/04 20:13
Anny DArling
Visitando a bela Pallas?
Aproveite e peça uma subbie!!

Posts: 1
(30/8/04 17:55)
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Re: FESTA À FANTASIA
Há pouco a tal história da festa à fantasia havia chego aos ouvidos de Annita. Sim, porque é isso o que acontece quando você, apesar de, de certo modo, precisar fazer amizades com os outros, você apenas não o faz por ser anti social e não gostar. Mas haviam outras pessoas que gostariam menos ainda. Pff, que não gostassem, ela não estava nem aí... De qualquer maneira, agora teria essa festa, organizada por uma louca qualquer, que ela nunca havia visto mais dentuça, da Drago. Melhor, já que com a chegada dos tais auditores do ministério seria meio impossível, para qualquer um, ter algum foco de pensamento decente. Não acreditando que isso valia como boa desculpa, subiu para o Salão Comunal após o almoço e trancou-se no quarto; na verdade, essa era a coisa boa de ficar na Torre da Mono aquela hora, não havia praticamente ninguém. Não, ela não era tão burra a ponto de não saber que dali algumas horas estaria brotando gente de cada canto do lugar, metades de fantasias e coisas desse gênero. O que era tão a cara da Monoceros, não?

Pensou em alguma fantasia. Mandar uma carta para sua avó pedindo poderia ser considerado, no mínimo, algum tipo de suicídio. Provavelmente mandaria uma saia maior que os pés e outras coisas não muito agradáveis de se vestir. Só o fato de ter imaginado já deixava-a um tanto quanto neurótica; lembrou-se vagamente de cada pessoa a quem poderia pedir algo. A imagem de seu primo apareceu em sua mente, como em marca d'água; Jean? O garoto era um tapado. Sim, mas o que tinha de tapado.. Enfim, talvez fosse o certo, mandar uma carta para ele; não que se possa chamar isso de certo, mas de qualquer maneira... Uma rabiscada em um papel qualquer, e não demorou para que uma coruja saísse voando em direção àquela espelunca em que ele estudava na França. Era França? Nem isso se lembrava. Fazia tanto tempo que não via o garoto.

Por duas horas permaneceu quieta, deitada em sua cama, pensando em coisas que não valem a pena aqui e divagando sobre os auditores do ministério. Bah, era besteira ficar pensando naquilo. Afinal de contas ela só estava li porque seus avós a tinham mandado, certo? Por causa de um maldito diploma? Porque, por ela, não teria nem saído de casa. A coruja entrou dando uma rasante sobre a escrivaninha, ao que parecia, trazia um pacote extremamente pesado, que era, no mínimo, cinco vezes maior que ela, junto de si. Em cima do pacote, o qual estava completamente fechado, um bilhete carinhoso de seu tapado primo: "Querida Annita, como vai tudo por aí? Espero que bem. Obrigado por ter perguntado como estou, e já respondo que estou bem o suficiente. Por aqui o mesmo de sempre. Essa roupa estava no armário de uma das garotas da casa... De qualquer maneira, pedi a uma delas que me arranjasse e aqui está, esperando que não muito amassada, já que essa coruja é pequena demais para levá-la, mas acho que se algum dano ocorrer não há problema em você tentar arrumar, certo? Abraçoes calorosos, Jean." Merlim, só ele conseguia ser tão idiotamente tapado daquela maneira. Devia ser a idade.

Desembrulhando o tal pacote, os olhos de Annita brilharam; era a roupa perfeita. Sim, haviam quebrado um dos maiores detalhes da roupa, mas nada que ela não pudesse concertar. E teria que fazer modificações em si própria também... Agora, onde é que estava aquele livro de poções que havia pego de seu avô antes de sair? - - Depois de encontrar o livro escondido embaixo da cama, também achou a poção que precisava, ingredintes nada difíceis de conseguir, estava ótimo. Depois de meia hora de arrumação da roupa, mais meia hora fazendo a poção, era definitivamente hora de ir se arrumar. Pelo barulho atrás da porta, deviam haver montes de pessoas felizes pulando e correndo dentro do salão comunal; pensamento que a fez tremer da cabeça aos pés. Nunca havia ido à uma festa em Quasar Atenas antes. Merlim, como seria aquilo?

Um banho nada rápido, junto da poção que havia feito, e depois uma arrumação menos rápida ainda. Apesar do que havia pensado, a roupa era confortável, sim. Colocou a faixa na testa, achando o feito extremamente difícil com aquele cabelo enorme e cacheado; em seguida colocou o vestido branco, que era um tanto comprido, mas bonito; começa a abrir a um palmo acima do joelho e depois ia fazendo uma grande cauda. Botas, uma na altura do tornozelo e outra alta, subindo até a coxa e ligando-se, por uma liga, ao corpete que vestia, que, por sua vez, ligava-se com um tipo de coleira no pescoço, alças que iam para os braços e se interligavam com as luvas; tudo do mais fino couro. Ajeitou os cabelos novamente e percebeu que havia um rasgo na parte de trás da roupa; como não o havia notado? Observando a parte da fantasia que ainda faltava, notou o porque de não ter percebido. Fazia parte da fantasia! Ajustou as asas no rasgo e sentiu uma leve dor na pele e mexeu os braços, vendo que as asas mexiam também, observou no espelho, porque só vendo para crer, e as asas haviam mesmo "grudado" em sua pele. Parecia que, daquela vez, Jean haviam acertado em alguma coisa. Era impressão ou as asas haviam diminuido? Não, não era impressão. Era para não chamar atenção. Perfeito. O bastão também havia diminuido. Ah, perfeito demais pra ser real! O que faltava? Ah, sim, maquiagem. Apenas um gloss, para que seu lábio ficasse brilhante, e lápis forte para realçar os olhos, nada mais que isso; não que ela precisasse, mas enfim.

Saiu do quarto, vendo alguém correr apenas com a parte de cima da fantasia corredor à dentro; casa de loucos, como havia ido parar ali mesmo?! Passou pelo Salão Comunal mais rápida do que o comum, para não ser vista mesmo, e andou corredor adentro. Entrou numa das carruagem rapidamente; a locomoçãop era bem mais fácil sem o bastão e a asa, o que atrapalhava um pouco era o cabelo, mas estava muito bom; melhor do que ela havia esperado. A viagem foi bem curta e demorou apenas alguns minutos para chegar na tal Penseira; saindo da carruagem, avistou uma única garota. Engraçado, aquela não era a do crachazinho dourado e do garoto almofadinho? Sorriu para si mesma, enquanto sentia que as asas estavam crescendo conforme andava e, ainda por cima, agora carregava uma cruz dourada como bastão nas mãos. Ah! Não era aquela a fantasia perfeita? Agradeceria o primo pessoalmente depois, faria questão disso, na verdade. Parou ao lado da garota, pelo visto, eram as duas ali, e ela provavelmente estava esperando alguém; como não esperasse ninguém, resolveu parar, apoiada em seu bastão, ao lado da garota. Virou o rosto para o dela e sorriu animadamente, como quem está adorando o fato de ter uma festa ali; de qualquer maneira, seria melhor se apresentar, não? Mas como começar uma bendita conversa? Do jeito mais idiótico-e-normal, que qualquer idiota cai? É, seria bom.

- Ann.. Espero não incomodar. - ela sorriu, literalmente um [arc]anjo - Sou Annita D'Arling, acredito que ainda não fomor apresentadas. - e estendeu a mão para a menina, em cumprimento.

{Off. ouch >_< sorry pelo off, mas é que eu tenho que pedir desculpas pelo post ;-; enfim, se alguém quiser saber como é a fantasia dela, na íntegra, tá aqui! ^^
>> ah sim, e como eu não tenho subbie aqui [tenho q pedir u.u] ela tá no 7o ano da Mono, só pra constar}

Keep this in mind, dear, it's not because I have an angel face
that I'm an angel.
Got it?... So, I think it's better for you to
get.the.hell.with.your.little.ass.out.of.my.way.
Don't you agree?

Edited by: Anny DArling at: 30/8/04 17:56
Ashley B McFirst
Sexto Ano Drago
Biografia

Habilidades
Intuição – médio
Cinismo - médio
Intimidação - médio
Sangue frio - bom
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Magia
Comandar Forças - médio

The end of the world is
so close of us…
Should I close my eyes
and pray?
No. I should not.
I will be there and
I will see your death
But I will not die…
Because I am better than all

"Se não pode vencer
o inimigo, suborne-o"

Posts: 6
(31/8/04 21:20)
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Re: FESTA À FANTASIA
Ashley acabara de sair de seu terceiro banho do dia, um de seus tratamentos de beleza dizia que tomar três ou quatro deles por dia melhorava a pele, então ela o fazia, não que precisasse, claro. Ainda com os cabelos molhados e presos em uma toalha extremamente branca, morrendo de medo que alguém a visse naquele estado, ela caminhava sorrateiramente até o dormitório feminino da torre da Drago, esquecera seu pente em cima da mesa de cabeceira e se alguém a visse com aquela coisa na cabeça toda a sua reputação estaria perdida e ela seria capaz de lançar um feitiço de memória no infeliz que a visse, colocando sua conta em risco, mas o mais importante era a beleza e isso ela sabia que não era problema. Tinha de sobra e se quisesse poderia distribuir para as garotas de Quasar Atenas que ainda sobraria muito para si.
Quando passou pelo salão comunal vibrou ao perceber que todos aqueles infelizes idiotas estavam em qualquer lugar que não era ali. Caminhando mais tranqüilamente subiu as escadas, chegando finalmente ao escuro e silenciosos dormitório, certamente ali também não havia ninguém e se houvesse estava dormindo, portanto não ofereceria perigo algum.
Finalmente soltou os longos cabelos loiros, pegou o pente azul escuro de dentes largos e os penteou compulsivamente se olhando em um espelho grande, que pendurara do lado de sua cama. Isso mesmo, Ashley era tão convencida que pendurara um espelho ao lado da própria cama. Para que pendurar um pôster de um homem bonito sendo que poderia se admirar todos os dias? E seu homem bonito estava bem longe, portanto, era melhor olhar para si mesma.
Depois de uns vinte minutos arrumando os cabelos, ela usou um feitiço que os secou instantaneamente, imagina, sair com os cabelos molhados, ridículo e sem nenhuma classe, na opinião da garota.

Desceu e descansar, mas ao olhar para o mural de avisos, avistou um aviso novo, se aproximou para lê-lo. Era da Monitora Havell, a sempre séria e sem graça Havell, não poderia haver nada interessante vindo dela.
Mas, por algum milagre, descobriu com um sorrisinho malicioso que haveria uma festa a fantasia e isso sim seria extremamente interessante. Era hora de Quasar Atenas finalmente conhecer a novata Ashley McFirst.

Saiu correndo de volta para o dormitório e escreveu para a mãe, que apesar de ser uma perfeita besta quadrada tinha bom gosto com roupas, pedindo que providenciasse o mais rápido possível uma fantasia excelente para aquela noite, e se ela fizesse algo errado Ashley a estrangularia com as proprias mãos na primeira oportunidade que tivesse.

Enquanto isso leu o livro que estava planejando. Exatamente às seis da tarde uma coruja muito branca bateu com o bico em uma janela próxima, trazia um grande pacote pendurado e tinha uma aparecia de enorme cansaço.
Ashley foi até ela, tirou o pacote de sua perna e fechou a janela novamente, deixando-a sem nada. Nem comida, nem água, nem nada.

Tomou mais um banho, o quarto daquele dia, caminhou para o dormitório desta vez mais tranqüila, pois já não tinha mais uma toalha enrolada na cabeça. Desembrulhou o pacote, e se deliciou com a roupa que sua mãe mandara. Realmente, ela não prestava mais para quase nada, mas ainda tinha bom gosto, era bom saber que algo sobrara naquele corpo velho, feio e acabado.

A roupa era toda preta, uma blusa preta com alguns detalhes de tachinhas prateadas nas mangas, a Calça também preta sem nenhum detalhe, havia um cinto preto, cheio de taxas prateadas, um sapato grosseiro que ia até a canela dela, que ela pretendia usar por debaixo da calça e muitas pulseiras e coleiras de couro preto com fincos afiados. Ashley achou maravilhosa a idéia da mãe, estava tão feliz que seria capaz de beijá-la se ela estivesse perto.

Sete e meia da noite ela começou a se vestir, usou um feitiço e deixou os cabelos negros e lisos eles já eram por natureza, soltou-os, passou um batom preto e maquiagem igualmente preta nos olhos.

Estava pronta, linda e perfeita. Admirou-se por alguns minutos no espelho e finalmente saiu do dormitório, como dizia no aviso, haveria carruagens nos jardins para levá-los até a tal boate.
E assim era, Ashley entrou em uma delas com algumas pessoas e foi quieta até a boate, mal conseguindo conter a ansiedade.

A carruagem finalmente parou. Haviam chegado. Na porta estava uma garota que ela não soube identificar. Nem haveria como, afinal de contas ela nem saíra da torre da Drago para absolutamente nada desde que chegara em Quasar Atenas. Passou por ela séria e se deparou com uma boa música e uma decoração muito boa, nada que se comparasse às tantas festas que sua família já havia dado, mas também não era ruim.

Algumas pessoas já andavam por ali, e outras chegavam. Sentou-se sozinha em uma mesa e pediu uma cerveja amanteigada, cruzou as pernas para esperar que o salão se enchesse. A noite ainda não começara, mas algo dizia que seria inesquecível e ela não costumava errar.

Off.: Só na empolgation... 6º ano - Drago. Minha subbie está sendo providenciada. E se alguém não entendeu, ela está de gótica ^^ isso é o que eu chamo de falta de criatividade.

Where have all the feelings gone? Why has all the laughter ceased? Why am I loved only when I'm gone? Gone back in time to bless the child
Think of me long enough to make a memory Come bless the child one more timeHow can I ever feel again? Given the chance would I return?
I've never felt so alone in my life As I drank from a cup which was counting my time There's a poison drop in this cup of Man
To drink it is to follow the left hand path...

~*~ Bless The Child ~*~


Melisa N H F Mellimond
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Posts: 78
(31/8/04 22:41)
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Re: FESTA À FANTASIA
Minuto.por.minuto, segundo.por.segundo. A cada milésimo, um Viktor morria mentalmente. Já tinha que aturar aqueles pirralhos correndo de um lado para o outro como se a festa fosse a coisa maaaais legal que estava ocorrendo ultimamente, ainda tinha que ficar plantada esperando a boa vontade do russo. Se ele não aparecesse em dois, eu digo, d-o-i-s minutos, certamente aguentaria o mau humor da namorada a noite inteira e isso não seria muito legal. Perdida com os pensamentos em memórias idiotas sobre festas à fantasias no condado russo, Melisa foi bruscamente interrompida por uma garota. De cima a baixo, os olhos da russa passaram por ela, analisando a qualidade dos fios de cabelo, da roupa e da expressão. Não, nenhuma expressão angelical, por mais forçada que fosse, enganaria uma russa nota mil em atuação. Aquela ali poderia se vestir de santa e poderia também ser canonizada na religião cristã, que nada, absolutamente nada faria Melisa se enganar.

A malícia no olhar, os lábios levemente contraídos, tudo levaria a russa acreditar que toda aquela delicadeza e gentileza não passava de uma atuaçãozinha barata. Péssimo. Pessoas tolas que tentavam fazer papel de boazinhas deveriam ser exiladas no fundo do poço, sem alimentação, oxigênio e companhia. De braços cruzados, Melisa observou-a enquanto ela fazia o papalzinho simpático. Ao contrário da garota, Melisa abriu um sorriso fraquinho e irônico, completamente forçado e muito óbvio. Cumprimentou-a acenando com a cabeça e, antes de responder, encarou a mão que a menina pousava à sua frente, com certa desconfiança, arqueando a sobrancelha esquerda. E então, respondeu:

- Ann.. Espero não incomodar. Sou Annita D'Arling, acredito que ainda não fomor apresentadas.

- Incomodar? - Com a ponta dos dedos e muita desconfiança, rspondeu a mão estendida da garota. Melisa, para toques e contatos epiteliais com outras pessoas, era extremamente fresca e nojenta. - Melisa Mellimond, prazer - acima de tudo, educada.

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Agatha Bulfinch 
Sexto Ano Drago
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Alta Sociedade-Médio
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Voltei mais venenosa
e perigosa
Tome cuidado
Sou cobra bem criada.
Sou sangue-puro
e odeio sangue-ruim.
Agora estou mais
bonita,mas não
se meta em
meu caminho
Se não eu mato
a quem se atever.

Se não pode vencer
o inimigo, suborne-o

Posts: 126
(1/9/04 10:38)
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Re: FESTA À FANTASIA
Agatha se arrumava para a FESTA À FANTASIA que estava acontecendo na penseira apesar de Agatha não querer muito ultimamente sair da torre da Drago,mais Agatha tinha que bancar a social com os outras.Agatha pegou seu vestido longo preto,uma bota de cano longo de couro de Dragão,
passou pó de arroz para ficar mais pálida do que era,fez um feitiço para que seus olhos azuis mudassem de cor para parecer mais e um vampiro.Agatha caminhou ate sua cômoda e tirou um batom e um pequeno bau,e voltou para o banheiro Agatha passou o batom vermelho mais não muito chegei,abriu a caixinha de jóias e pegou um doa cordão era de ouro puro com uma grande pedra em forma de coração a pedra era de Jade.Agatha se olhou no espelho ela estava bonita mais não feliz por ter que ir a uma festa à fantasia Agatha odiava festa à fantasia parecia coisa de trouxa.Agatha penteou seus longos cabelos negros lisos e olhou mais um vez no espelho tentou sorrir,Agatha estava esquecendo um coisa a sua capa negra de agola alta.

Agatha pegou a carruagem, Agatha se sentiu como-se ela tivesse indo para o inferno Agatha toda hora ficava pensando que encantaria alguns de seus amigos lá Agatha ficou olhando para o lado de fora da carruagem ate que a carruagem parou eles haviam chegado o homem da carruagem ajudou Agatha a sair da carruagem.

Agatha suspirou fundo e entrou o lugar não estava cheio e simplesmente Agatha se sentiu a vontade de sair correndo dali.Mais Agatha deu um olhada no lugar quando viu um garota que era da Drago Agatha a reconheceu por ter visto a garota no Salão Comunal da Drago conversando com Kelly mais naquele dia Agatha não parou para conversar com a garota e nem Kelly.Agatha se aproximou-se da garota que estava sentada.

-Olá eu sou Agatha Bulfinch a Drago me desculpe-me te incomodar -Disse AGatha seria olhando para garota-Mais e que só tem você da Drago alem de mim e sabe de uma coisa eu não quero muito me misturar o pessoalzinho das outras casas.



Amor:uma perigosa doença mental.

Ashley B McFirst
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Posts: 6
(1/9/04 14:11)
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Re: FESTA À FANTASIA
Ashley continuava ali sentada, apenas observando com olhar de pena algumas pessoas próximas. Agora bebericava uma cerveja amanteigada, estava distraída, como se o copo fosse a coisa mais fascinante que já havia visto em toda a sua vida, passava os dedos por ele, cantando uma musiquinha boba que a fazia lembrar de Louis, sempre o bobo e fracassado Louis. Mas ele era excelente companhia, bonito, educado e refinado. O que mais ela poderia querer? Havia algumas coisas que ela queria que ele fosse, mas infelizmente ele não soubera sê-lo, e por isso o namoro acabara. Mas ela sabia que ainda o amava e muito. Mas agora ele pertencia ao passado, como ela fazia questão de se lembrar sempre. Mas não conseguia evitar um pensamento que a maltratava sempre que estava sozinha a pensar em algo, será que ele ainda se lembrava dela?
Ela acordou rápido e realizou que era óbvio que ele ainda pensava nela, não só pensava como ainda a amava, e isso era fato.

Continuou olhando em volta, de vez em quando esticava os braços finos e extremamente brancos para olhar as horas no relógio. Já era para aquele salão estar cheio. Ora bolas, mais um ponto para Louis, ele nunca se atrasava. Será que as pessoas de Quasar Atenas não sabiam que chegar atrasado a um compromisso era algo de péssimo gosto?

Foi acordada quando de relance avistou uma garota toda de preto. NÃO. NÃO era possível que aquela criaturazinha havia ido à festa com uma roupa tão parecida com a sua. Isso era terrível e extremamente desanimador. Quando ela se preparava para ir até lá e arrancar as roupas da garota, a mesma se aproximou e falou com ela.

-Olá eu sou Agatha Bulfinch a Drago me desculpe-me te incomodar. Mais e que só tem você da Drago alem de mim e sabe de uma coisa eu não quero muito me misturar o pessoalzinho das outras casas.

Ashley a examinou da cabeça aos pés, a vontade de matá-la crescendo cada vez mais. Mas então se controlou, não era como aquela ralé ali. Fora educada para saber passar por situações como esta. Então apenas a encarou nos olhos, como se a desafiasse e falou em um tom falsamente doce.

- Claro, puxe uma cadeira e sente-se. Sou Ashley McFirst. - sem estender a mão para um cumprimento.

Olhando assim de perto a roupa nem era tão parecida, mas só de estar usando a mesma cor que Ashley aquela garota já merecia queimar no fogo do inferno e se dependesse de Ash era isso mesmo que ia acontecer.

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To drink it is to follow the left hand path...

~*~ Bless The Child ~*~


Edited by: Ashley B McFirst at: 1/9/04 14:13
Louise Fenix
Quarto Ano Phoenix

Habilidades
Olhos penetrantes- médio
Resistência ao cansaço - médio
Força de vontade - bom
Raciocínio rápido - médio
Mentiras- médio

Magia
Perceber Forças - médio

Inventário

Amante dos livros
Mais madura
Sensível demais
Hot heart
Em busca da felicidade,
This is not easy.
Harry Potter é minha essência
My family is all
Tudo pode acontecer...

Pro alto e avante Phoenix!
O céu não é o limite!

¤¤ Archangel ¤¤

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(1/9/04 21:04)
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Re: FESTA À FANTASIA
Festa à fantasia. Não era o tipo de festa a se esperar de Quasar Atenas, só poderia ter sido organizada por algum monitor, o que mais tarde Louise viera saber ser verdade. Enquanto estivera na monitoria, sempre pensara em fazer algo diferente, tivera muitas idéias, mas tinha medo de não ser aprovada por isso nunca apresentou-as.

No dia da festa, Louise encontrava-se no dilema de qual fantasia vestir, a criatividade nessas horas sempre faltava. A garota apesar de estudar a alguns anos na escola, não formara muitos amigos e conhecidos, não era do tipo sociável, mas sempre adorava esses eventos que a escola propunha. Não havia melhor hora para jogar uma festa descontraída como aquela, para acalmar as tensões devido aos fantasmas dos auditores perambulando pelo castelo e anotando até uma vesga à mais nas paredes de QA. Ah, como aquilo era chato!

Quando a hora da festa se aproximou, Louise finalmente decidiu a fantasia que iria, bom... não apenas se decidiu, como era a única que tinha em mãos, se quisesse estar presente. A fantasia era obrigatória, e sendo assim a francesinha decidiu mudar de nacionalidade por um dia, ao optar por uma fantasia de gueixa. Gueixa não podia ser propriamente dito, mas de uma moderna japonesa. A fantasia tradicional japonesa, já estava um tanto manjada, e inovar era o ideal de cada festa à fantasia.

Depois de um banho refrescante, era a hora de se vestir. Não podia se demorar muito se não quisesse chegar atrasada. A fantasia já em cima de sua cama, não parecia ser a ideal, queria ter tido mais tempo para ir com uma fantasia pra lá de criativa, mas já que não tivera, teria que se contentar com aquela mesmo. Vestiu uma blusa, estilo japonesa, de seda vermelha, abotoando-a com rapidez vestiu em seguida a calça colada preta. Do mesmo tecido, esta possuía estampas floridas vermelhas com um quê a mais oriental. Sua fantasia era simples, e de poucas peças. Agora bastava os toques finais no cabelo e maquigem para parecer com uma verdadeira japonesa.

Com o auxílio da mágica, Louise confeccionou uma peruca. Quando pousou-a em sua cabeça, não conseguiu deixar de rir, com sua fisionomia fora do costume refletida no espelho. Os cabelos cor-de-mel e longos, foram substituídos por cabelos curtos, escorridos e com uma franja reta totalmente negros. Sentindo-se outra pessoa, Louise dava os toques finais com a maquiagem, puxando com delineador preto o fim dos olhos, eles tornaram-se miúdos e puxados, carregou no batom vermelho, deu um tom pálido ao rosto com pó, mas realçou as maçãs do rosto com um blush leve. Finalmente estava pronta, mas um tanto atrasada.

Andando à passos largos pelos corredores, onde seus saltos altos soavam no assoalho, chegou ao portão de mármore do Hall de Entrada, onde pegou uma carruagem que seguiria para a Penseira Dance Floor, não havia lugar melhor para a festa acontecer, a penseira era divertida, alto-astral e sabendo bem explorá-la a decoração ficaria maravilhosa, anceava para ver o trabalho das monitoras. Não demorou muito para a carruagem deixar-lhe às portas da penseira, ainda de fora podia-se ouvir o som alto, e a escuridão tomar conta do local. Ao entrar Louise sentiu as luzes da boate em estilo trouxa, acender seu rosto. Apesar do horário, poucas pessoas se encontravam. Algumas desconhecia, outras preferia nem falar como a russa Mellimond. Mas como era um grupo único que se reunia a um canto, Louise não se afastaria e ficaria só. Aproximou-se e sentou-se ao lado de uma das garotas. Sua educação levou-lhe a acenar para as outras presentes. Ficou sentada, observando a decoração, enquanto esperava que alguém realmente conhecido, chegasse.


(off: Bom, quem quiser saber como é a fantasia integralmente da Lou, aqui tá a fotim ^ ^ * preguiça de mudar de avatar* fantasia )

"Que Deus não permita que eu perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera, pode não ser tão alegre...
Que eu não perca a vontade de ter GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas..."
.:Chico Xavier:.


Edited by: Louise Fenix at: 1/9/04 21:12
Viktor S Askov
Sexto Ano Monoceros

Habilidades
Poder de Persuasão - Médio
Alta Sociedade - Médio
Batedor - Médio
Seres das Trevas - Médio
Cinismo - Bom

Magia
Alterar Mente - Médio

Inventário

Have you ever tasted Power?
No? Well, that's obvious,
You have to deserve power, not just want it.
So, muggle, get.out.of.my.sight!
~ Pick your poison ~
|My choices. My life. My girl|
Are you seeing Melisa down there?
Get at least close to her,
And you won't have to pick your poison
I'll be it.

|| ~ t w i n | s t a r ~ ||

I'm a proud Monoceros

¤¤ Fallen Angel ¤¤

Posts: 87
(2/9/04 11:55)
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Re: FESTA À FANTASIA
Aos olhos do russo Askov, Quasar Atenas estava um tanto divertida. Não bastara ter discutido, acaloradamente por assim dizer, com Louise Fenix. Também haviam chegado uma patota de auditores, prontos para fechar aquela escolinha inútil. Quem sabe assim, seu pai repensasse e permitisse-o voltar para Fürgelmor? Seria uma excelente idéia. Na verdade, não só excelente. Seria esplêndida, primorosa, marcante, genial, digna de um Nobel. Deixariam de conviver com a gentalha, nessa incluídas a cabrita Le Noir, a abutre Havell, a marmota Fenix e a toupeira Yurek, voltando a ter no círculo pessoal, filhos e filhas de bruxos importantes, de renome. Seria a glória. E olha que não custava muito. Só um pouco de competência dos enviados do Ministério, usada para fechar a escola.

Sentado em uma poltrona, no salão comunal da Monoceros, o russo tentava imaginar o que era possível de se fazer durante a noite. Já estava cansado de envenenar aqueles unicórnios infelizes, mas, mesmo que quisesse, havia sido alertado por Werther para parar com o plano. Discutir com Alksey o que poderiam fazer com os poderes de Eva? Não, se havia uma coisa que Alksey estava, era sumido. Então o que? Caminhou pelo salão, pousando os olhos pelo quadro de avisos. Oh! Uma festa à fantasia! Organizada por Sophie Havell, a imperatriz abutre! Não poderia perder isso, de modo algum! Estaria ao lado de Melisa quando a festa fracassasse, de modo que pudessem rir juntos da cara - feia, diga-se de passagem - da monitora da Drago. Realmente, Quasar Atenas estava cada dia mais divertida.

Contudo, havia um problema sério. A festa era à fantasia. Repito, à fantasia. E Viktor não estava com criatividade para inventar uma, qualquer que fosse. Começou a vasculhar em seu baú de roupas antigas - frise que roupas antigas, para o vaidoso russo, era qualquer coisa usada mais que uma vez - mas se deparou com o vazio criativo. O que poderia fazer? Irritado, jogou todas as roupas para o alto, enchendo o dormitório masculino da Monoceros de blusas, calças e casacos de todos os tipos e cores. Berrou, alto o bastante para o primeiro andar ouvir, que não tinha nenhuma roupa decente. Ok, ataque de frescura de um garoto irritado. Com um gesto da varinha, começou a entulhar o baú de novo, com todas as roupas que estavam pelas camas e chão do dormitório. Mas, espere um mísero instante... O que é aquilo? Sorriu, ao ver um sobretudo importado da Noruega, usado apenas em uma convenção de Magia Negra, presidida por sua mãe. Aquilo seria perfeito para sua fantasia.

Munido de outras peças, desceu as escadas, em direção a um banheiro secreto, escondido atrás da estátua de Filsminna Filgstark, a bruxa com três pernas. Lá, deixando tudo no chão, armou-se de sua varinha. O sobretudo "velho", fora reformado, tornando-se mais ao estilo dos anos 20. Blusa e calças sociais tornaram-se mais clássicas, sapatos mais engraxados, meias mais finas. Tudo bem, ele tinha todos aqueles produtos em seu guarda-roupas, mas aquilo era uma festinha fuleira, produzida por uma garota fuleira. Até parece que usaria suas roupas novas numa coisa como essa. Só faltavam os dois detalhes finais. O chapéu usado na caça à raposas inglesas fora transfigurado em um chapéu totalmente preto, enquanto o bastão de Quadribol antigo, virara uma metralhadora, obviamente, sem balas. Já era capaz da diretora Lilly infartar, tendo nas mãos uma metralhadora. Se ela estivesse com balas então, nem se fala.

Tomou um longo - frise a palavra longo - banho, sendo interrompido apenas por Melisa, que o avisara para encontrá-la na frente da Penseira. Tudo bem, ela podia. Vestiu-se rapidamente, colocando a camisa social, a calça, as meias, os sapatos, a gravata, o sobretudo aberto e o chapéu, dando um toque final com os óculos escuros, magicamente encantados para não escurecerem a vista. Afinal, gângster que era gângster, usava óculos escuros. Munido de sua metralhadora, pegou a carruagem em direção à Penseira. Então parecia que a gentalha havia lido sua coluna e dado uma segunda chance à boatezinha, huh? É, ele era tão irresistível, que até sua coluna pegava um pouco de seu magnetismo. Tão típico dos russos, mas tão inalcançável para o "povinho" de Quasar Atenas...

Saltou frente à Penseira, avistando sua namorada. Quem era aquela "coisa" ao lado dela? Não importava, devia ser mais uma das novatas inúteis que povoavam o castelo. Caminhando lentamente - já estava ficando de saco cheio de carregar a maldita metralhadora - aproximou-se da namorada pelas costas, beijando seu pescoço e sussurrando em seu ouvido.

- Se demorei demais, foi para ficar mais bonito para você - deixou um sorriso malicioso escapar por seus lábios, enquanto postava-se ao lado de Melisa. Como "nunca", fez sua cara de desprezo, apresentando-se à criatura com asas. Estaria ela vestida de galinha? - Viktor Askov, sexto ano da Monoceros.

{Off: sim, ele está de gângster. E não, Annita, o Jean nunca se portaria assim. Você está deturpando meu personagem, sua coisuda u.u"}


I can see the dark in your soul. I can sense the smell of your soul's evil rose. I can feel your hatred growing. I can hear your heart exploding. But you don't need to worry. I'll be there for you, healing and making the pain vanish. And in exchange, you'll be giving me your soul. Oh, dear, don't worry. It'll be fine with me. Stronger, Wiser and, of course, Darker.


Edited by: Viktor S Askov at: 2/9/04 11:56
Melisa N H F Mellimond
Sexto Ano Monoceros
Monitora-chefe

Habilidades
Representação - Médio
Poder de Persuasão - Médio
Andar Silenciosamente - Médio
Intuição - Médio
Sangue Frio - Bom

Magia
Comandar Mente - Médio

Inventário

~~~ Untouchable ~~~
Have you ever questioned
the difference between what's
true and what's pretense?
I bet someone like you will
never learn, even if you tried
for your whole life.
And if you touch Viktor,
be sure you'll really learn that
pain can be something true.

I'm a proud Monoceros

Posts: 79
(3/9/04 17:53)
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Re: FESTA À FANTASIA
- Se demorei demais, foi para ficar mais bonito para você.

Um arrepio gelado correu pela espinha da russa quando sentiu o calor do namorado no pescoço. Finalmente! Deu uma olhada básica no vestuário dele e concluiu que pelo menos a demora resultara em algo bom. Ele estava divino, cmo sempre. A garota não parecia ter muita coisa para dizer, já que ficou em silêncio. Melisa virou-se para Viktor e cumprimentou-o com um beijo. Ah, ficar um tempo sem aquilo era pior do que o imaginado. O silêncio da espectadora só comprovou que ela era babaca demais para dizer alguma coisa, ou então que era esperta o bastante para não provocar Melisa. Quando soltou o namorado, a russa virou-se para a garota e disse:

- Agora, se pode nos dar licença...

Pegou na mão de Viktor, olhando firmemente para os olhos dele. Como a troca de olhares entre os dois dizia mais que mil palavras, a idéia de que deveriam sair de perto da escória ficou ainda mais óbvia com a sobrancelha esquerda dela arqueada. Esperando que o namorado a acompanhasse, Melisa seguiu para entrar na Penseira.

( off. post podre, post podre i.i''' )

Perfect by Nature, and that's enough.

Alice Sahadeva
Quinto ano Phoenix

Habilidades
Canto - nível médio
Resistência a dor - nível médio
Ministério da Magia - nível médio
Concentração - nível bom
Identificar venenos - nível médio

Magia
Criar matéria - nível médio

Inventário

dona de um belo par de olhos
Alma indiana , coração australiano
Yoga me acalma
Meditar me faz bem
Conseguir me irritar?
Tá difícil, sou sempre zen
Mente aberta
Aura branda
Mas não se engane
também sou esperta!

Pro alto e avante Phoenix!
O céu não é o limite!

Posts: 14
(4/9/04 1:32)
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Re: FESTA À FANTASIA
Quando leu no quadro de avisos de seu salão comunal, o anúncio de uma festa a fantasia, Alice abriu um largo sorriso. Crescia cada vez mais a sua lista de coisas que a faziam adorar Quasar Atenas. Se aquela escola fosse assim cheia de festas, não demoraria para ela tomar conta de seu coração. Alice era ao mesmo tempo doce e festeira, sapeca brincalhona e divertida, e uma festa ela nunca perdia. Iria perder essa? Não precisa de resposta. Antes mesmo, ela já estava em seu dormitório a pensar na fantasia que iria.

Já participara de festas à fantasias antes, e esse tipo de festa tendia a ser mais do que divertida. A curiosidade de ver a fantasia dos outros e o poder de poder brincar com a sua própria fantasia, era o melhor. Mas o que mais gostava era de poder se sentir outra pessoa, normalmente mudava toda a sua fisionomia, e de preferência de nacionalidade. Considerava que possuía duas nacionalidades, e mais uma não teria problema. Por isso, desta vez, iria de Espanhola.

Não foi difícil providenciar a roupa, já que pensara com antecedência, o tempo foi suficiente para pedir a sua mãe que a enciasse a melhor roupa de espanhola que encontrasse. Conhecendo o bom gosto de sua madrecita, Alice não se decepicionou ao abrir com fervor o embrulho da fantasia. A roupa era rica em detalhes. O vestido preto, possuía caímentos nos ombros que realçaram seu colo. A barra dele cobria seus pés, mas era cheia de babados vermelhos. Seu cabelo não foi muito alterado, prendeu-o num coque entrançado e prendeu uma flor vermelha perto da orelha. A maquiagem fora caprichada. Seus olhos delineados e a boca recebera um tom vermlho-vivo. Fez ainda um sinal ao lado da boca característico. Pendurou grandes argolas nas orelhas finalizando o visual, onde deu um look no espelho, estava hilariante!



Sentindo-se a própria espanhola, arqueou uma das sobrancelhas, e pegou um leque, saindo em seguida do quarto. Em pouco tempo, já estava a pegar uma das carruagem, sentia que aquela noite seria maravilhosa! Em menos tempo ainda a carruagem a deixou nas portas da penseira. Uma boate na Ilha de Pallas, onde nunca estivera. Iria conferir pela primeira vez. E não se decepcionou, muito bem decorada e alegre, a penseira era divertida e Alice não conseguia ver lugar melhor que aquela, para a festa acontecer. Não encontrou muitos conhecidos. Mas avistou Louise, a única Phoenix ali. Sentando-se ao lado dela. Falou energeticamente, encantada com o local:

- Olá! Que bom que está aqui! Cadê os Phoenix´'s? Não é possível que eles vão perder isso aqui!

¨..¨ °°Turn off the light, and I say follow me down till´ you see all my dreams,°~° not everything in this °magical° world is quite what it seems°°....¨...

°°I looked above the other day,°~°cuz I think I´m good and ready for a change I live my life by the moon ¨..¨


..................




Malcom Stewart Meyer
Visitando a bela Pallas?
Aproveite e peça uma subbie!!

Posts: 1
(4/9/04 13:15)
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Re: FESTA À FANTASIA
Malcom estava acabado. Exausto por ter trabalhado tanto à tarde e com um ódio imenso de Sophie Havell, a monitora não fizera quase nada e ainda dizia que o trabalho todo fora dela e isso fazia com que ele quisesse jogar um balde de água gelada na cabeça dela e estragar toda a sua fantasia.

Chegaram ao castelo e Malcom foi tomar banho, ele o fez, um banho de uma hora e meia, para tentar amenizar o cansaço e a raiva. Depois disso ele deitou em sua cama, em cima da qual estava uma almofada que ele ganhara há algum tempo atrás em um certo cemitério, de uma garota especial, nem ele sabia porque ainda não o jogara fora, mas o fato era que não conseguia e gostava de se deitar nele, de alguma forma o cheiro dela ainda estava ali.

Depois deitado ele acabou dormindo, quando deu por si levantou sobressaltado e olhou no relógio as horas, e constatou que se não se apressasse não ia conseguir chegar até a boate e isso seria mesmo um desastre. Queria uma fantasia diferente, algo realmente bom, mas só o que conseguira pensar foi em se vestir de vampiro. Manjado. Cafona. Feio. Mas o que poderia fazer? Era só isso que encontrara e era disso que ia se vestir.

Então pegou a calça negra e a blusa social também negra e as vestiu, calçou o sapato preto e por cima de tudo colocou a capa preta, que por dentro era forrada de vermelho. Usou um feitiço que fez com que seus dentes ficassem ligeiramente maiores. Os cabelos continuavam espetados e loiros. Foi até Havell e pediu que ela fizesse uma maquiagem que o deixasse com aparência de morto, como ela era, mas quando disse que ela parecia uma morta ela atirou toda a maquiagem nele e disse que se ele quisesse algo teria que fazer por si mesmo. Ele não achou nada ruim, agora tinha tudo em mãos e poderia fazer sua maquiagem sozinho. E o fez. O rosto ficou muito pálido e olheiras muito escuras surgiram. Estava tudo perfeito.

Desceu para o jardim e tomou uma das carruagens. A viagem foi normal, sem nenhum incidente. Quando chegou, algumas pessoas já estavam lá e ele ficou encantado com seu trabalho, estava tudo perfeito.

Encantado ele ficou mesmo quando olhou para o lado e viu duas meninas, entre elas Alice, de Espanhola, mais linda que nunca. Do outro lado havia a mesa com umas garotas da Drago, uma delas, Agatha, a garota do dia do Piano, toda vez que ele olhava para ela se lembrava do dia hilário do piano e começava a rir e do lado dela estava a novata loira que nunca lhe dava bola.

Entre as duas opções ele preferiu, claro, Alice, em passos lentos e pensando rapidamente no que ia dizer, ele se aproximou dela, a olhou, depois olhou a outra garota, atrapalhou ainda mais os cabelos e falou em voz alta e simpática com elas, com um sorriso enorme no rosto.

- Oi Alice! Tudo bem? – olhou para a amiga dela – Prazer, sou Malcom Meyer, namorado da Alice.

Dando uma piscadela, abraçou Alice, não fazia a menor idéia de qual seria sai reação, mas valia a pena arriscar.

off.: 5º ano Drago sem Subbie ¬¬
As Ações de Sophie foram permitidas pela player.
Ele está de vampiro.



So, I'm bad, I'm evil and I have no fear of hurting you . So what? Will you have the courage to approach? Could you not be afraid of me? Well, you can try. But I will give you many reasons to not get closer again.


Edited by: Malcom Stewart Meyer at: 4/9/04 13:17
Sophie Havell 
Quinto ano Drago
Monitora da Drago
Biografia

Habilidades
Intuição – médio
Cinismo - médio
Intimidação - médio
Sangue frio - bom
Poder sobre Seres
das Trevas - médio

Magia
Comandar Forças - médio

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Mal educada mor de QA
Grosseira por opção
você não gosta de mim?
Ótimo!
É exatamente este
o meu objetivo

Se não pode vencer
o inimigo, suborne-o

Posts: 33
(4/9/04 14:56)
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Re: FESTA À FANTASIA
Sophie chegou ao castelo junto com Malcom, que parecia um tanto irritado, o que fazia com que ela se divertisse, se ele não queria ajudar, então que não a enchesse pedindo tanto para que o levasse.
Ela subiu até a torre da Drago, deitou e dormiu um sono leve e sem nenhum pesadelo, como vinha acontecendo há algum tempo, mas estava tão exausta que isso não dava lugar para sonhos ruins.
Depois acordou e ficou na cama, observando o teto, como se fosse algo fascinante, mas foi trazida de volta à realidade com a voz de Malcom, que a pedia que fizesse uma maquiagem para que ele ficasse com cara de morto como ela era, provocando sua fúria. O resultado foi que ela jogou nele tudo que tinha pela frente e acabou jogando toda a maquiagem, que foi pega por ele e levada de seu quarto.

Por outro lado, Malcom prestara para algo, lembrara que estava na hora de se vestir. Ela se acalmou, foi até o malão e pegou um pacote cuidadosamente embrulhado por ela mesma, e o abriu, lá estava um vestido bege que ia até os joelhos, que ela encarou por alguns minutos, depois abaixou e pegou dentro do malão uma sandália branca, de salto muito alto e por fim, na cabeceira da cama estava a asa, que ela deixara para tomar um ar e perder o cheiro de guardada. A fantasia de anjo fora de sua mãe, que a mandara especialmente para essa data, por sabia que a filha não teria a menor idéia do que vestir. Sophie sentiu um assomo de felicidade e amor pela mãe quando abriu o pacote dias antes.

Deixando um pouco esse lado sentimental que ninguém conhecia, Sophie foi até o banheiro dos monitores e tomou um banho demorado, depois voltou ao dormitório e se vestiu, arrumou os cabelos em um penteado bem simples, se olhou muitas vezes no espelho e por fim saiu do quarto sorrindo.

Pegou uma das carruagens e mal viu a viagem passar, de tão eufórica que estava, desceu dela segurando o vestido e entrou na boate. A noite “seu” trabalho estava ainda mais lindo. Por ali havia algumas pessoas conversando e a música já começara a tocar. Havia uma mesa com duas garotas da Drago e de outro lado do salão, Malcom, o idiota já estava abraçado a uma garota, que Sophie não conhecia, mas tinha certeza de que era algum tipo de louca desesperada.

Não tinha solução, o jeito era ir sentar-se à mesa de Agatha e de uma novata da Drago, e ela o fez. Quando chegou até a mesa, olhou para as duas, dando um sorriso falso e vago para Ashley, a novata e sem sorrir para Agatha, falou em tom forçadamente cordial.

- Será que posso me sentar com vocês? É que meu acompanhante ainda não chegou.

Mentira. Ela sequer tinha um acompanhante, mas esperava que Henrik aparecesse depois de tanto tempo.

off.: ngm precisa ser mt inteligente pra saber q ela tah de anjo neh?? mas se precisar, tah aih uma fota d como tah a roupa dela, Aqui ó.

Don't think that you're charmed in the fact that your arm is now around my neck? Get you in my pants or I'll have to kick your ass And make you never forget.I´m gonna ask you to stop.Thought I liked you a lot. God i'm really upset! Get outta my head. Get off my bed. Yeah that's what I said! Did I not tell you, that I'm not like that Girl the one who, throws it all away. Did you think that I was gonna give it up to you, this time?Did you think that it was something I was gonna do, and cry? Don't try to tell me what to do! Don't try to tell me what to say!
Your better off that way... Off that way. I'm better off alone anyway...
.::Don´t Tell Me::.






Lyra Varhensage Versale
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Posts: 1
(5/9/04 5:46)
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Re: FESTA À FANTASIA
Aquele sentimentozinho idiota e torturante de irritação com nada além do fato de existir havia tomado conta novamente da Srta. Versale. Lyra sempre teve sérios problemas com a própria existência e isso lhe causava uma longa e dolorosa enxaqueca. Obviamente, se pudesse controlar essa indecisão de viver/não viver, preferiria optar pela vida, mesmo que fosse um marasmo vertiginoso ou uma alegria intensa que não pudesse suportar. Morrer não fazia parte de seus planos; o gostoso mesmo era sentir dor. Para ela, a dor era confirmação de sua existência. Respirar não bastava, sentir o coração pulsar também não. A dor lhe lembrava que era um ser humano, indefeso, acima de tudo. E então, às 2 horas da tarde daquele dia, ela se encontrava deitada na cama de seu dormitório, espetando algo pontiagudo na ponta do dedo
indicador da mão esquerda. Habituada àquelas sessões de tortura diariamente, a dor não era tanta e o sangue já não escorria mais com muita pressa.

Depois de alguns minutos cutucando o próprio dedo, Lyra deixou cair uma gota de sangue nos lençóis brancos e límpidos de sua cama, o que instantaneamente fez com que ela levasse o dedo à boca e frizasse as sobrancelhas. Maldição! Se havia uma coisa que ela odiasse, era sujeira. Sim, estava viva, definitivamente. Chupando o sangue que ainda insistia em cair, Lyra, com a mão direita, sacou a varinha e lançou um feitiço de limpeza instantânea no lençol, fazendo-o branco como novo. Agora, só restava algo para fazer. Ainda era cedo, por volta de 4 horas, quando Lyra resolveu sair dos dormitórios e dar um passeio pela torre da Monoceros. Viu um garoto checar o quadro de avisos e resolveu fazer o mesmo. Como saberia se algo de interessante ocorria na escola se não procurasse? Com o dedo já livre de gotículas de sangue, Lyra passou os olhos pelo quadro todo, pousando-os em um aviso colorido de uma festa à fantasia. E o melhor de tudo é que era hoje. Organizada por uma monitora de outra casa, a festa daria muito no que falar, visto pela expressão do garoto que havia lido o aviso anteriormente.

Deu a volta e retornou ao seu dormitório, procurou alguma roupa que servisse de fantasia e nada encontrou. Então, só havia uma saída: enviar uma coruja à sua mãe e pedir que ela lhe enviasse alguma coisa diferente. Desceu tão rápido as escadas da torre que tivera a impressão que havia pulado alguns degraus. O porquê da pressa Lyra não sabia, só sabia que havia ficado um tanto quanto animada com o fato. Subiu a torre do corujal o mais rápido que pôde, talvez por saber que a resposta de sua mãe não seria tão rapida quanto gostaria. Pegou uma coruja da escola e enviou uma nota rápida à sua mãe, algo como: "Mãe, hoje tem festa aqui na escola e eu preciso de uma fantasia. Mande uma bem colorida e o mais rápido que puder. Obrigada, Lyra." Assim era Lyra e sempre seria: o mais básica o possível com as palavras.

Ela voltou não com tanta pressa ao dormitório, imaginando que sua mãe não seria tão ágil. Seus passos ecoavam tediosos pelos corredores, chegando até a parecer desanimados. O caminho de ida que fez em menos de 15 minutos, demorou quase meia hora para ser feito tanta era a indisposição de Lyra. A mudança rápida de humor se deu ao fato de ter lembrado que possivelmente receberia a fantasia mais tarde, quando a festa já tivesse começado, quase no final da tarde. Com o olhar distante, o caminho foi percorrido sem muita atenção. Lyra pensava no tempo. Tempo cronológico e não climático. No tempo em si. E passava a mão nos cabelos vez ou outra, ora colocando a franja atras da orelha ora jogando tudo para trás. Assim que chegou no dormitório, subiu a escada da torre e encontrou um embrulho em cima da cama. O destinatário? Lyra V. Versale. Será que sua mãe já havia mandado? Rasgou o embrulho e encontrou uma carta caprichosamente escrita a mão. Era sua mãe: "Lyra, encontrei essa roupa em uma loja trouxa. Espero que lhe agrade, se não for de teu gosto, mande-a para uma de suas irmãs. Estamos com saudade. Beijos, Mamãe."

Lyra jogou o papel para tras com total desprezo e tirou um vestido da caixa. Roxo, preto e alguns detalhes em prata, o vestido era bem estranho. A saia era rodada, bem cheia e não se ajustava muito bem ao corpo. Metade da perna ficava de fora e isto podia ser visto na foto que acompanhava a fantasia. Tudo bem. Lyra tomou um banho e começou a se aprontar. Colocou a meia característica, com alguns furinhos que faziam parte; a cinta-liga; o vestido; e a sandália. Prendeu o cabelo em um coque meio solto, com ajuda da varinha, igual ao da foto trouxa. Ao lado da garota que vestia a fantasia, a palavra Cancan estava escrito. Logo, Lyra partiu do pressuposto que aquela era uma fantasia de cancan. Depois, copiou a maquiagem da garota, exatamente como estava. Lápis preto bem definido nos olhos, blush, batom, rímel e etcs. Todos acessórios trouxas que sua mãe lhe enviou. Pulseiras, colar, anéis, brincos. Se olhou no espelho e viu que até havia ficado legal.

Resolveu, enfim, ir para a Penseira. O salto era relativamente alto e todo cuidado era pouco. Desceu cuidadosa e vagarosamente as escadas e tomou cuidado com aquelas que costumavam se movimentar. Parou em frete ao castelo, pegou uma carruagem e partiu. Estava ansiosa. Seu dedo indicador esquerdo latejava nas pontas, lembrando-a da dor de ser humana. Lyra olhava para fora, buscando algo para pensar. De certa forma, ela era alimentada por pensamentos na maior parte de seu tmepo. Quando finalmente chegou, reparou no lugar ainda meio vazio. Saiu da carruagem com cuidado em dobro, viu alguns aluns de sua casa e entrou. Um olhar curioso demonstrava que ela estava ali para se divertir. Havia uma mesa com alguns alunos, mas Lyra preferiu nao se juntar a eles. Esperaria as irmãs ou alguém vir falar com ela. Chegou no bar, pediu uma cerveja amanteigada e encostou em um banco, sem se sentar, embalada no som da música alta.

J U S T . A N O T H E R

L O N E L Y // D A N G E R O U S // C O L D

N I G H T.

would you protect me holding me tight?



Electra C Engel
Quarto Ano Monoceros
Monitora da Monoceros
Mono's Cheerleader

Habilidades
Liderança - Médio
Intuição - Médio
Determinação - Médio
Vida Trouxa - Médio
Identificar Venenos - Bom

Magia
Criar Vida - Médio

~ ° Ðåy Ðreåmer ° ~

But why tomorrow it does not arrive?
But why when arrives it hurts?
Always I wait to happen...
The night is always cold here,
The world surrounds me,
And the solitude devastates...
I play of counting stars,
Supports the wind as I can...
Always cries in the end.
Patience is a gift and I don't have it!
Hey! Have you seen my brother?
And do not forget this:
Who laughs last laughs better!

I'm a proud Monoceros

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(5/9/04 17:41)
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Re: FESTA À FANTASIA
Festa à fantasia. Quer alguma coisa melhor? Electral mal cabia em si de tanta alegria. Era exatamente o que estava precisando. Uma festa para descontrair, se animar e conhecer alguns de seus colegas. Quem sabe em uma dessas não arranjava o amigo que tanto estava precisando. Saindo da biblioteca, caminhava lentamente e com um sorriso no rosto, rumo a torre da Monoceros. Pensava em todas as possibilidades de fantasia que poderia vestir. Mas queria algo diferente, aquela roupa que tinha quase certeza que ninguém usaria. Mas... qual? bem, saberia uma hora ou outra.

Já no dormitório feminio, largou todos os livros que carregava em cima da cama e correu, toda saltitante, para um bom banho. Mais ou menos meia hora depois, Electra já se encontrava deitada, ou melhor, jogada em sua cama, vestindo sua camisola, quase desistindo de ir à festa por não saber que roupa vestir. Como escolher uma fantasia podia ser tão difícil? Ela não se conformava com sua falta de criatividade. Quase rezava para Merlin dar-lhe uma luz, quando caiu da cama de cara no chão gritando: "É isso!". Rapidamente levantou-se, passou a mão pela testa dolorida e saiu atrás de sua varinha que estava oerdida por suas coisas.

Impaciente, foi logo montando sua fantasia. Primeiramente, uma laço vermelho e bem grande para prender metade do cabelo, em seguida uma blusa de pano branco liso, com mangas compridas e esvoaçantes, depois a calça de um pano também liso, porém vermelho, um tanto grande com uma boca de cino exagerada e por fim, uma par de meias e de sandálias de madeira, rasteiras, sem salto algum. Vestiu-se. Estava pronta. Uma japonsa perfeita! Electra tinha certeza de que ninguém se vestiria daquela maneira, e também quem vestisse iria ver a fúria de Electra Engel, afinal ela não iria ficar nada contente e quando se estressa, saim de perto.

Descia as escadarias tropeçando em si mesma, resmusgando por cauda daquela calça gigantesca e quase pulverizando aqueles quadros idiotas que ficavam rindo de sua desgraça. Parou por um instante. Respirou fundo e continuou. Estava extremamente confortável naquela roupa, então faria o possível para andar com ela e não ligar para o que os outros achavam. A única coisa que realmente queria, era se divertir. Presicava espairecer, esquecer de seus sentimentos ruins e seguir em frente. Precisava começar a vivaer bem dentro daquela escola, sem tristezas à troco de nada. Pegou então uma carruagem e se dirigiu para a Penseira.

Depois de pouco tempo, chegou ao lugar desejado. Podia ver uma movimentação incomum e de fundo a música tocar. Estava um pouco nervosa, devia ter chamado Kevin para ir com ela. Se bem que, anti-social do jeito dele, era capaz que nem fosse. Demorou alguns minutos para ter coragem suficiente para sair da carruagem e se "infiltrar" na festa, mas acabou indo. Ficou nas pontas dos pés, tentando achar alguém conhecido. Não avistou ninguém que já falara, a não ser Melisa Mellimond. Bem era preferivel falar com a monitora-chefe do que ficar sozinha, totalmente perdida. Aproximou-se.

- Ah... Olá Melisa! A festa está linda. E você também! - disse dando um sorriso.

{Off*: Post podreee! E... Fantasia! \o/}

The heart rules the mind.
And it's only tears and pain.
But I don't want to be alone.
I don't want to go it alone.
I wish the sweetest eyes.
A love that lasts beyond the years.
I can't find the time or place.
I just want to run away.

~ No one never notice me ~


Kevin C Engel
Sexto Ano Monoceros

Habilidades
Artilheiro - Médio
Poções Mágicas - Médio
Raciocínio Rápido - Médio
Mentiras - Médio
Físico Perfeito - Bom

Magia
Comandar Mente - Médio

~ + Lønely Mån, Lønely Heårt + ~

Sad eyes follow me...
I learned that to live again,
You just need to remember...
I look inside my soul,
And I cry my eyes out,
'Cause I'm alone.
Trying to keep myself alive.
Hands of time move fast,
And you can't derest the past.
Do not dare messing with my sister!
° The greatest thing you will ever learn
Is just to love and be loved in return. °

I'm a proud Monoceros

Posts: 9
(5/9/04 19:35)
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Re: FESTA À FANTASIA
Kevin dava sua volta rotineira pelos jardins do castelo, com a sensação de que esquecia de algo. Mas o quê? Sem dar muito importância continuou sua caminhada, mas já rumando para dentro do castelo, iria ler alguma coisa no Salão Comunal. Ao entrar no castelo, percebeu uma movimentação à mais, e pessoas andavam para lá e para cá com roupas um tanto estranhas para um escola, até mesmo que fosse bruxa. O que diabos estava acontecendo? Bem, uma hora entenderia. Começou a subir em direção à Torre da Monoceros, quando sua ficha finalmente caiu. Mas é claro! A festa à fantasia na Penseira. Como pôde esquecer? Todos estavam agitadíssimos por causa disso. Todos, menos ele. Kevin não era um gatoro festeiro e ativamente social. Sem se preocupar com a tal festa, subiu as escadas calmamente.

O Salão Comunal estava completamente vazio. Ótimo, assim ele poderia passar um tempo a sos com seus pensamentos. Sentou-se de uma maneira confortável em uma das poltronas, bem em frente à lareira crepitante. Lançou um olhar perdido para o fogo. Não tinha nada em mente, o tédio lhe tomava por completo. Levantou-se bruscamente e pegou um gibi que deixara em cima de uma mesa. Kevin não era muito ligado aos trouxas, mas se tinha uma coisa que adorava, essa coisa eram os gibis e mangás. Achava fascinante cada traço dos desenhos. Assim, aproveitava e aprimorava o talento que tinha para desenhar. Era uma distração e ao mesmo tempo um modo de aprender mais técnicas. Lia na maior concentração, quando duas garotas passaram pulando e conversando sobre a festa, a caminho da mesma. Nesse minuto, Kevin se questionou se realmente não deveria ir. Afinal, podia ser divertido, certo? Já que não tinha nada a perder, dirigiu-se para um longo banho.

Primeira parte estava completa. Agora é que vinha o problema: a fantasia. O que ele iria vestir? Tinha de ser algo bem, mais bem discreto, uma roupa com a qual as pessoas mal notassem sua presença lá. Se isso fosse possível, pois se Leka o visse, escandalosa do jeito que é, iria correr até ele aos berros. Mas isso não vinha ao caso, precisava de uma fantasia, e rápido. Rodou os olhos pelo dormitório, tentando ter alguma idéia, até que pousou-os sobre uma de suas revistinhas. Bingo. Ele iria vestido de algum de seus personagens preferidos. Era só pensar no que possuía as vestimentas mais neutras. Foi então que lhe veio à cabeça: Ciclope. Claro, discreto, interessante e prático! Imediatamente pegou a varinha e conjurou uma jaqueta de couro preta de mangas compridas, uma calça também preta e de couro, um par de botas da mesa textura e por fim um óculos escuro, bem estiloso e para dar um toque ficou, bagunçou um pouco os cabelos.

Estava pronto. Hesitou por um instante, mas agora já estava vestido e iria de qualquer jeito. Mesmo morrendo de vergonha. Lentamente saiu da torre. Descia as escadas olhando pra os lados, preocupado que alguém estivesse por perto ou que fizessem pouco da cara dele. Parou. Subiu alguns degraus. Ia voltar, não podia ir. Aquilo era ridículo! Estava decidido, quando ouviu algumas palavras de um quadro. Um senhor sentado em uma poltrona com um livro em mãos. Palavras sábias, que o fizeram, mais uma vez, mudar de idéia. Kevin agradeceu ao velho e correndo, pegou a carruagem que já estava saindo do castelo.

Congelado. Era assim que Kevin estava. Não ia nem para frente nem para trás. Seus pensamentos eram desordenados e sem sentido. Respirou fundo por valta de cinco vezes e começou a caminhar, mais lento que uma lesma. Olhava em volta, procurando a irmã, talvez ela pudesse ajudá-lo em sua tentativa de ser um rapaz sociável. Completamente destraído, acabou por esbarrar em uma pessoa. Desequilibrou-se um tanto e voltando à estabilidade normal, olhou para ver quem era. Uma garota vestida de dançarina de cancan. Era muito bonita. Nunca havia visto antes, devia ser aluna nova. Kevin sentiu suas bochechas esquentarem, devia estar corado de vergonha. Sorriu, sem graça e tentou desculpar-se, mas a única coisa que realmente conseguia, era gaguejar.

- Eh... Ah... Des... Ah... Desculpe-me. Eu... Eu sou muito... Muito desastrado! Ahn... Eh... Você... Ah... Está bem? - sentia-se o idiota completo, queria sumir, desaparecer da frente da garota. Mas já tinha feito o papel de bobo, agora iria até o final, para tentar mudar essa "imagem" de tonto.

[Off: Bem, todo mundo deve conhecer o ciclope mas enfim, né! É mais ou menos assim]

In the afternoon, I fell asleep in the living room, and it's one of those moments
when everything is so clear. Before the truth goes back into hiding I want to decide 'cause it's worth deciding, to work on finding something more than this fear. Maybe, I need to see the daylight. Lately, something here don't feel right. Is there really no escape? No escape from time. Of any kind. I keep trying to understand this thing and that thing. But I don't mind a few mysteries... Don't you see I'm breaking down.

Henrik K Landvanttir
Sexto Ano Monoceros

Habilidades
Determinação - Médio
Batedor - Médio
Raciocínio Rápido - Médio
Resistência ao Cansaço - Médio
Físico Perfeito - Bom

Magia
Alterar Vida - Médio

If I say that you make
me feel good, trust in me
'cause i wouldn't lie to you
even if i had to...
And if you want to see something
different and new, come here...
Take my hand and let me show
you what our imagination can do for us.

I'm a proud Monoceros

Posts: 7
(5/9/04 19:54)
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Re: FESTA À FANTASIA
Convidado por Sophie Havell para a festa à fantasia que ela estava organizando, Henrik começou cedo a pensar em algo para vestir. Queria algo que valorizasse seu físico atlético e que não fosse muito chamativo ao mesmo tempo. Enquanto folheava uma revista trouxa na biblioteca, em busca de idéias, Henrik imaginava como faria para pedir aos seus pais que lhe mandasse-a. Tudo bem, daria um jeito nisso mais tarde. Olhou para uma foto legal na revista, era um gladiador grego. Bom, não seria tão difícil encontrar uma fantasia daquelas onde quer que seus pais estivessem, seria? Henrik escondeu virou-se de costas para a bibliotecária e rasgou a foto da fantasia. Dobrou, colocou no bolso, devolveu a revista para a estante e saiu, dizendo "Tenha um bom dia!" sorridente para ela.

Foi até seu quarto, mandou Nyx, sua coruja, com um bilhete rápido e a fotinho. Enquanto esperava uma resposta, Henrik foi tomar um banho rápido. De roupão, saiu para o dormitório e encontrou Nyx na janela, com o embrulho. Felizmente, sua mãe havia lhe dado atenção e lembrado que Henrik também era filho, atendendo ao pedido do menino. A vida dela se resumia em Brigitte, Brigitte e Brigitte e isso era irritante às vezes. Com um olhar desconfiado, Henrik abriu o pacote e tirou a fantasia. Olhou meio torto, procurando algo fora do normal (sua mãe podia querer envenená-lo, para deixar toda a herança somente a Brigitte). Vestiu a armadura por último e se apreciou no espelho por alguns minutos. Era ir.re.sis.tí.vel! Bagunçou o cabelo e seguiu para a Penseira.

A armadura tilintava enquanto a carruagem percorria o caminho até o lugar. Henrik estava animadíssimo. Chegando lá, encontrou com Sophie. Pegou a cintura dela pelas costas, envolvendo seu braço e abraçando-a. Deu-lhe um beijo e sorriu aos outros que assistiam.

- Creio não conhecer vocês, Henrik Landvanttir, muito prazer - disse a quem estava ali.

I wanna taste your lips. Could you lend me them?

Ashley B McFirst
Sexto Ano Drago
Biografia

Habilidades
Intuição – médio
Cinismo - médio
Intimidação - médio
Sangue frio - bom
Poder sobre Seres
das Trevas - médio

Magia
Comandar Forças - médio

The end of the world is
so close of us…
Should I close my eyes
and pray?
No. I should not.
I will be there and
I will see your death
But I will not die…
Because I am better than all

Se não pode vencer
o inimigo, suborne-o

Posts: 7
(5/9/04 19:51)
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Re: FESTA À FANTASIA
Ashley continuava a observar o salão em busca de algo realmente interessante, mas estava cansada e acreditava que a noite não seria nada do que imaginara antes. Felizmente Agatha teve a feliz idéia de calar a boca e não disse mais nada. De cara feia e braços cruzados Ashley observava as pessoas chegando e se cumprimentando. Sentia-se excluída e como se fosse o resto dos restos do mundo. Sentada em uma mesa sem graça, com uma garota sem graça. Já tivera dias melhores, sem sombra de dúvidas.

Ela continuava olhando tudo com tédio, quando viu a monitora se aproximando, seu olhar era até que mais animado que de costume. Sophie estava vestida de anjo, o que era uma coisa inusitada e a cara da monitora, o pouco que conhecia dela era que gostava de chocar as pessoas. Sophie era a única referencia em Quasar Atenas que Ashley poderia chamar de amiga, por mais que fosse uma relação distante e fria, mas pelo menos se davam bem e pelo que ouvira, só de não ter tido nenhum confronto com a monitora ela já poderia ser considerada sua amiga íntima.

- Será que posso me sentar com vocês? É que meu acompanhante ainda não chegou.
Disse Sophie com um estranho e aparentemente forçado sorriso nos lábios, Ashley não faria qualquer objeção, pelo menos ter com quem conversar já seria ótimo.

- Claro Sophie, sente-se, por favor.

Sorrindo Ashley continuou a observar os outros alunos felizes. Pares e mais pares deles iam se formando, provavelmente estiveram esperando esse baile por um longo tempo a fim de encontrarem seus namorados/namoradas. Uma curiosidade enorme para saber quem era o acompanhante de Sophie se formara em Ashley, mas sua educação não permitia que perguntasse, então ficou quieta.

Um garoto lindo, alto e forte se aproximava, ele tinha cabelos bagunçados e olhos verdes muito lindos, usava uma fantasia de gladiador, que valorizava ainda mais seus músculos. Por alguns segundos Ashley pensou que ele ia falar com ela, mas ele abraçou Sophie por trás e a beijou. Finalmente então chegara o tal acompanhante dela, oh, e que acompanhante...

- Creio não conhecer vocês, Henrik Landvanttir, muito prazer.

Além de tudo ainda era educado... pena que já tinha acompanhante. Ashley sorriu e respondeu timidamente. Nunca fora seu tipo olhar demais para namorados alheios.

- Prazer, Ashley McFirst.

O normal seria se levantar e dar três beijos no rosto do garoto, mas Ashley não era idiota o suficiente para fazer isso com o namorado da única amiga que conquistara na escola até agora.

Where have all the feelings gone? Why has all the laughter ceased? Why am I loved only when I'm gone? Gone back in time to bless the child
Think of me long enough to make a memory Come bless the child one more timeHow can I ever feel again? Given the chance would I return?
I've never felt so alone in my life As I drank from a cup which was counting my time There's a poison drop in this cup of Man
To drink it is to follow the left hand path...

~*~ Bless The Child ~*~


Edited by: Ashley B McFirst at: 5/9/04 19:54
Lyra Varhensage Versale
Visitando a bela Pallas?
Aproveite e peça uma subbie!!

Posts: 2
(5/9/04 20:30)
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Re: FESTA À FANTASIA
Gole por gole, a cerveja amanteigada acabava aos poucos. Do jeito que era, Lyra já estava começando a ficar entediada. Nada acontecia naquela festa, chegava e chegava gente mas ninguém se dava ao trabalho de conversar com ela. Bom, para quê também, né? Uma garota de 15 anos, encostada no bar, vestida de dançarina de cancan. Se ao menos soubesse do que estava vestida, ficaria mais fácil interpretar a personagem. Mais um gole, seguido por um olhar geral no salão. Subitamente, um garoto aparece e tropeça e quase cai e fica completamente desconcertado. Tímido? Não, imagine... Aquele menino precisava de uma concha para se esconder! Se ele pudesse cavar um buraco no chão, com certeza se enfiaria ali e nunca mais sairia. Bom, em casos como esse Lyra era expert. Talvez, por ter uma beleza tão exótica, os garotos costumavam ficar daquela forma perto dela; o garoto parecia ser um caso peculiar que ficaria assim até com um abutre.

- Eh... Ah... Des... Ah... Desculpe-me. Eu... Eu sou muito... Muito desastrado! Ahn... Eh... Você... Ah... Está bem?

Fixou um olhar sereno e tranqualizador nele, colocando sua mão no braço dele. Sorriu e disse:

- Calma, não precisa se preocupar! Não foi nada! Tô bem sim! - Pegou o copo com a mão direita e encostou-se novamente no banco, pousando o braço esquerdo no balcão. Tomou um longo gole da cerveja amanteigada, finalizando o conteúdo. Pediu mais um para a fadinha que servia o bar. Pressupôs que o garoto se serviria sozinho se quisesse alguma coisa, não fazia parte do currículo dela adivinhar se as pessoas gostavam ou não de determinadas coisas. Voltando a ele, continuou a conversa - E então, meu nome é Lyra, entrei na Monoceros, e você é...?

(off. me superei na tosquice! \o/)

J U S T . A N O T H E R

L O N E L Y // D A N G E R O U S // C O L D

N I G H T.

would you protect me holding me tight?



Edited by: Lyra Varhensage Versale at: 5/9/04 20:31
Mirella Solon
Sexto Ano Vulpecula

Habilidades
Elegância - Médio
Resistência ao Cansaço - Médio
Determinação - Bom
Raciocíno Rápido - Médio
Conhecimento do Modo de Vida dos Trouxas - Médio

Magia
Comandar Forças - Médio

Inventário

¤Elegant-girl¤

From everywhere
So pride

Guys
Do you mind
If I hurt you?

Vim, vi e... Vulpe!

Posts: 18
(6/9/04 13:14)
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Re: FESTA À FANTASIA
Por incrível que pareça, desta vez, todos os argumentos falsos que Mirella utilizara em vão pra tentar fazer com que seus pais a mantivessem na escola antiga, como uma profecia pareciam estar acontecendo. Entediada como nunca, voltando de uma das aulas viu um novo aviso no quadro da torre. Festa. À fantasia. Mirella simplesmente adorava-as, mas agora era diferente, não tinha companhia, nem mesmo amigas para conversaram, rirem... Ir sozinha, e ficar boiando? Não era uma alternativa das mais agradáveis, mas talvez alguns dos vulpes resolvessem dar o ar da graça, ou então se estivesse hiper entediada, e talvez se Agatha fosse talvez encontrasse Marcus por lá também e poderia ser irônica e implicante com a garota, já que o fato de vê-la sempre grudando tão pateticamente ao garoto era não só patético, mas deixava-me quase com ânsias de vômito.

Supondo que fosse à tal festinha, ainda não havia resolvido totalmente, de que exatamente, iria fantasiada? Pensou em algumas roupas típicas, mas eram às vezes tão comuns em festas que não queria ter ninguém com a mesma fantasia que a sua. Hum... De cancan? Muito óbvio... Julieta? outra muito fácil... Medieval, Oriental? Sem comentários. Mas falando em oriental... Lembrei-me do curto tempo que morei em Tóquio havia algumas que coisas que me fascinaram, não só as antigas, mas bem modernas, pareciam com os quadrinhos norte-americanos, mas este tinham o nome de mangás. Simplesmente adoráva-os. E não tinham aquela coisa toda de super-heróis másculos salvando sempre as mocinhas indefesas e bonitinhas dos vilões, as garotas tinham um enfoque diferente, tinham mais destaque, eram mais sexys e tudo... Tinha um em especial que era o seu favorito, chamava-se Chobits, e contava de um modo geral o relacionamento entre humanos e máquinas que tinha a mesma aparência humanóide... Estava resolvido, não só iria à festa, como iria de Chii, esse era o nome da personagem principal e não humana. O que mais gostava era que, além das roupas sexys, eram super diferentes. Sua mãe simplesmente teria que dar um jeito. Pegou seus mangás, que apesar de lidos e relidos, adorava ficar vendo as roupas, para escolher uma em específico. Achado um, marcquei em especial a imagem e fui para o corujal, com papel e pena na mão, além do mangá em específico.

Escrevera um bilhete atencioso, mas rápido e que demonstrava a urgência do pedido. Esperava que sua mãe conseguisse, e rápido. Escolheu uma das corujas que tinham a aparência mais normal de todas, já que ouvira dos estranhos coportamentos dos animais em Quasar e enviou o pedido. Depois ao invés do dormitório, fora para o banheiro feminino da torre. Não demorara tanto quanto imaginava que havia demorado, mas havia sido um banho relaxante. E surpresa! Mamãe e coruja eficientes, resultam em fantasia pronta! Pronta não, entregue, melhor dizendo. A fantasia acabara sendo mais complicada do que parecia para vestir e acabara demorando mais do que esperava. Sorte que a maquiagem não era tão elaborada... aliás, peal imagem, nenhuma, mas para Mirella, impossível sem absolutamente nada. Um fina camada de gloss, e um leve contorna nos olhos. Restava agora os cabelos, não só a cor era diferente, mas o formato também. Resolvera o foramto com um simples feitiço, essa er auma das vantagens de ser bruxa, mas a cor, resolveu deixar da cor natural dos seus próprios cabelos, negros. Os detalhes finais oram ajustados eficientemente, o colar com uma papoula, o mesmo tipo uma liga usada em uma das pernas e por fim, as orelhas que por mágica, sua mãe resolver, se não houvesse um bilhete junto ficaria não só curisa mas um tanto desorientada de início com elas. Já os sapatos... não havia nenhum na foto, mas como bom senso que sua mãe possuia, sua mãe mandar uma sandália desalto fina e delicada que se ajustasse com a roupa.

Logo depois de calçada, percorri rapidamente os corredores que obviamente iriam dar até a entrada. Durante o percurso pude percerber olahres intrigados de alguns retratos, fantasmas e até mesmo de alguns alunos que deviam estar fora do mundo, esquecendo que havia uma festa à fantasia. Nem entrei direito na carruagem e ela começou a movimentar-se. O percurso fora calmo e rápido com alguns saculejos, mas normal, devido o caminho ser de pedra. Ao entrar era perceptível a beleza e eficiência da decoração, ficara mutio bem-feito, um rápido olhar me fez constatar que além de Louise, a única que conhecia ali era Agatha. Talvez não devesse mesmo ter ido a festa. Daria um pequeno tempo e, acabaria indo embora. Horas pra colocar aquela roupa em vão.

Resolvera que pelo não iria para uma mesa e ficaria sentada sozinha por lá. Iria para o bar, tomaria uma ou duas cervejas e se nada divertido ou interessante acontecesse voltaria para a torre. Com um sinal chamou a fadinha que atenia uma garota e disse que queria o mesmo. Porém quando a adinha veio lhe entregar o copo, ela desastrada como era, esbarrou no braço de alguém e derramou cerveja por cima do balcão e no braço do garoto. Ao me virar e ver que era um garoto e que ainda estava acompanhado ficou tão sem graça, que o sangue rapidamente subiu-me às faces e pareceria a um desatento que havia exagerado demais no rouge. Estava tão sem graçca que nem conseguir formular um pedido de desculpas conseguia.

-Des, desculpa... Eu sou tão... não foi inten... minha... eu não... sem...

Nunca fora desse jeito, nem desastrada nem tão tímida assim a ponto de não sair nem uma frase com nexo. Mas devido ao meu atual estado emocional, tudo era possível. Esperava mesmo que o casal não se aborrecesse tanto assim.

off: a foto com a roupa que a Mirella está usando

“A verdade tem muitas faces...” “E a cada homem sua verdade, e Deus com ela.”

Agatha Bulfinch 
Sexto Ano Drago
Biografia

Habilidades
Representação - Médio
Mentira-Médio
Sangue frio-Médio
Alta Sociedade-Médio
Sedutora-Bom

Magia
Comandar Mente - Médio

Inventário

Voltei mais venenosa
e perigosa
Tome cuidado
Sou cobra bem criada.
Sou sangue-puro
e odeio sangue-ruim.
Agora estou mais
bonita,mas não
se meta em
meu caminho
Se não eu mato
a quem se atever.

Se não pode vencer
o inimigo, suborne-o

Posts: 127
(6/9/04 16:01)
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Re: FESTA À FANTASIA
Agatha havia se aproximado da garota que estava quase com a mesa fantasia a não ser que Agatha tinha mais charme para usar aquela roupa não era igual a outra menina totalmente jeca era como Agatha dizia não importar com que roupa você esteja,mais se você e jeca será sempre jeca.Mais Agatha tentava se simpatica e dava um pequeno sorrir para a menina mais não conseguia.

-Claro, puxe uma cadeira e sente-se. Sou Ashley McFirst. - sem estender a mão para um cumprimento.

Agatha se sentiu alivia pela garota não levantar a mão como geralmente as pessoas fazem isso era maravilhoso assim Agatha não teria que limpar a mão depois Agatha resolveu ficar em pé sem dizer nada estava esperando que alguém a salva-se dali,mais Agatha naquele dia não estava com sorte ninguém e ninguém menos de a senhorita Havell veio também ficar com a gente.

- Será que posso me sentar com vocês? É que meu acompanhante ainda não chegou.

Antes que Agatha disse Algo ou mesmo fizesse, o querido namoradinho de Sophie.

- Creio não conhecer vocês, Henrik Landvanttir, muito prazer - disse a quem estava ali
.

Agatha suspirou fundo agora mais do que nunca sua vontade era de ir embora e ficar aproveitando o covil vazio sem ninguém para encher o saco.Mais a novata se apresentou para Henrik Agatha apenas deu um sorrisinho básico forçado.

- Com licença eu irei me retirar por alguns segundo e descupe-me novamente pela minha falta de educação-Disse Agatha seria dando as costas para o pessoalzinho ali presente.



Amor:uma perigosa doença mental.

Edited by: Agatha Bulfinch  at: 7/9/04 22:46
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